Na passada quinta-feita, 3 de maio, o secretário de estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, esteve em Lousada para assinatura do contrato de financiamento, de 50 mil euros, para a execução da obra do Centro de Apoio ao Associativismo na União de Freguesias de Cristelos, Boim e Ordem, no edifício onde funcionará a Junta de Freguesia.
A União de Freguesias de Cristelos, Boim e Ordem, em Lousada, terá, assim, uma casa nova, após alguns anos de espera devido a um embargo judicial. Além disso, no edifício que vai ser sede da junta, será criado um Centro de Apoio ao Associativismo para ajudar os movimentos seniores e as coletividades locais.

O presidente da Câmara Municipal de Lousada, Pedro Machado, também destacou que a junta vai consegui realizar um sonho antigo e que se trata de um equipamento financiado pela secretaria de estado “importante e necessário” para esta união de freguesias. “A Câmara já deu também uma ajuda à Junta de Freguesia para levar a cabo a instalação que será feita na sede da junta e agora este apoio vai permitir ao edifício ser polivalente”, disse, acrescentando que esta é uma das “maiores uniões de freguesias do concelho de Lousada e, por isso, ninguém questiona a importância e o interesse desta obra”.
“Um apoio decisivo”
Eduardo Vilar, no seu discurso, referiu que “este é para nós um dia de festa, depois de alguns anos de sofrimento. Não foi fácil, todavia esse impasse está ultrapassado. O acordo com os lesados e o tribunal administrativo está feito. A demolição que tínhamos que fazer está feita, no entanto, são águas passadas”. O autarca disse ainda que “o valor global da obra rondará os 180 mil euros e que o desafio é grande” mas mostrou-se determinado em “concluir a obra o mais rapidamente possível”. Considerou, ainda, decisivo o apoio da autarquia e agradeceu a disponibilidade do secretário de estado.
Já o secretário de estado das Autarquias Locais disse que “este documento é, na sua essência, um contrato de confiança e parceria entre o Governo e as autarquias locais. O Governo tem muita confiança na capacidade de fazer das autarquias”, afirmou Carlos Miguel. O governante considerou que a câmara é parte essencial desta parceria e que o tempo agora é de “mãos à obra”, finalizou.








